Pedantes e quejandos
tretas e tagarelas
idiotas q.b.
SOPAS DA MATANÇA
Há uns bons anos que recolho vocábulos mais ou menos locais para os juntar organizadamente em algo que seja assim como um "dicionário", nada de rigoroso, nada de científico, que nestas coisas da linguística, quem sou eu... vou misturando umas palavras como posso, longe das ribaltas, sem ambições de espécie alguma, como diria o meu (cada vez mais) saudoso professor de escola primária, discordâncias (tantas vezes concordantes) à parte, para saber escrever só é preciso saber pensar e não dar erros ortográficos. A gramática lá chegará a seu tempo.
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Para todos os visitantes
de Resistir no Nordeste
e restantes amigos...

F. Lopes
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PENSAR PORTUGAL
Para quem me conheça, sobretudo no que ao Futebol diz respeito, sabe que não sou pessoa para perder muito tempo com estas coisas. Mas há dias e dias! Sendo Benfiquista de infância, que é como quem diz, tendo alinhado por um clube quando a idade era apenas bondade e o Eusébio a estrela, convenhamos, não tinha muito por onde escolher. Mas nunca escolhi a modalidade como referência.
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Caras e Caros contribuintes
das minhas palavras….
A PRAÇA PÚBLICA
SÓ É DEMOCRÁTICA
QUANDO OS DEMOCRATAS
A FREQUENTAM!
Pois, por que razão não havemos de dizer que somos contribuintes de tudo e de mais alguma coisa, se já não existe nada que não se pague?!
(Pausa para o pensamento…)
Exactamente. Não pagamos os nossos pensamentos e os nossos sonhos… isso era o que vocês (detesto esta palavra, que nos meus tempos de escola primária me foi indicada como um insulto aos mais velhos… e é… prefiro senhores…) dirão de imediato. Mas vamos por partes.
Então, exactamente, o que é que os senhores pensam? Que não pagamos os pensamentos e os sonhos?! Que não pagamos a memórias e as ideias… e as opiniões e o resto que nos vai na “alma”?!
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ALFÂNDEGA DA FÉ
VAI DESAPARECER DO MAPA...
SE NÃO FIZERMOS NADA
PARA EVITAR QUE ISSO ACONTEÇA!
Não há Governo que nos valha, não há "influências" políticas que nos salvem, se continuarmos todos a fazer de conta que nada vai acontecer, ou que alguém se há-de preocupar com o nosso problema!
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Manuel Vicente Faria O animador cultural que marcou o século XX em Alfândega da Fé PARTE II 4-A revista e o teatro como crítica social A revista “Ao de Leve” no contexto da época Em Julho de 1939 o jornal “Trás-os-Montes” trazia uma notícia assinada pelo professor João Baptista Vilares que aqui transcrevemos na íntegra, por nos parecer que se trata de um importante documento acerca do impacto que a actividade cultural desenvolvida pelo Dr. Faria teve na sociedade Alfandeguense. |
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A 1ª República em Alfândega da Fé-II 
Notas sobre a divulgação das ideias republicanas em Alfândega da Fé Nos últimos tempos tenho dedicado algum do meu tempo livre à pesquisa de dados sobre Simão Machuca, o primeiro Presidente da Câmara Municipal após a implantação da República, em 1910. A intenção final é reunir informação suficiente para uma pequena biografia sociopolítica desta figura, sobre a qual sabemos muito pouco, para além de que, juntamente com Joaquim Cândido de Mendonça, foi fundador da primeira Comissão Municipal Republicana, em 1908. |
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Manuel Vicente Faria
O animador cultural que marcou o século XX em Alfândega da Fé PARTE III
Termino hoje o apontamento sobre o Dr. Manuel Vicente Faria, editando as letras das músicas que ele escreveu e musicou. Uma vez que as melodias estão gravadas, numa próxima oportunidade (quando arranjar alguém que me faça esse trabalho…) acrescentarei os dados musicais que permitirão que este património não se perca. |
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Manuel Vicente Faria O animador cultural que marcou o século XX em Alfândega da Fé Parte I Inicio hoje a publicação da primeira parte (de três) do texto sobre o Dr. Manuel Vicente Faria. A última parte terá todos os textos da músicas que entretanto consegui reunir e ainda o texto completo da revista "Ao de Leve" e suponho que tudo isto estará editado no site durante o mês de Março. |
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Francisco António Pereira de Lemos (Morgado de Vilarelhos) 
NOTAS SOBRE UMA FIGURA DO LIBERALISMO O texto que se segue está praticamente preparado há uns quatro anos e com algumas alterações fará parte do segundo volume de "Alfândega da Fé - registos de um percurso histórico", que já deveria ter sido publicado mas ainda está longe de concluído. Entretanto achei que poderia ser útil dar a conhecer um pouco mais da figura que foi o Morgado de Vilarelhos sem estar dependente daquela publicação. |
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