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Estrada Nacional 215

 

 

 

MAIS UMA INTERVENÇÃO VERGONHOSA

 

Decididamente deve haver alguém na Direcção de Estradas de Bragança que não engraçou com a Estrada Nacional 215.

Cá pela terra comenta-se o mau estado de algumas estradas municipais, mas a verdade é que quando se faz uma intervenção as coisas ficam bem melhores do que fazem os responsáveis pela rede de estradas nacionais, que são vias de muito maior importância do que aquelas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há uns dias atrás foi feita mais uma intervenção de recuperação do piso da EN 215, no troço entre Alfândega da Fé até ao cruzamento com a EN 315. São apenas uns escassos três quilómetros e quando as máquinas começaram a colocar o betuminoso toda a gente pensou que pelo menos esse troço ficasse em condições. Foi ilusão de pouca dura!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De facto, o resultado final, mais do que uma vergonha é algo de absolutamente incompreensível. Os primeiros novecentos metros, à saída da Vila, foram pavimentados de novo. Depois seguem-se três ou quatro “remendos” que conseguiram deixar a estrada pior do que estava, não se percebendo nem o critério, nem a técnica utilizada. Para espanto de todos, até a passagem na ponte dos Alambiques foi apenas arranjada em parte e umas duas centenas de metros mais adiante, a curva do Alto das Fontes (que deve o nome à fonte com o mesmo nome) nem sequer foi arranjada, apesar de ser evidente a degradação do piso. Seguem-se mais duas centenas de metros completamente arranjados e a obra nem sequer chegou ao tal cruzamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se isto não é incompetência de quem deu a ordem para esta intervenção, só pode ser resultado de um total desconhecimento do que se manda fazer e em qualquer dos casos é um exemplo de como os dinheiros públicos são geridos por algumas pessoas. Pode até admitir-se que não houvesse dinheiro para recuperar o piso destes três quilómetros de estrada, o que não deixa de ser caricato em comparação com outras intervenções que têm sido efectuados noutras estradas nacionais. Mas admitindo aquela falta de dinheiro, então mais valia que agora se recuperasse com qualidade o que fosse possível e mais tarde se concluísse o que ficasse em falta. Acho que todos entenderíamos isso, embora continuando a lamentar o estado lastimoso em que estão alguns troços das duas estradas nacionais (215 e 315) que passam pelo nosso concelho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

F. Lopes, 10 de Setembro de 2009

 
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