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Poema para a Memória de Abril

 

A minha vida não é isto


mas ficou a ser.


Uma linha sem fim


um desejo ao entardecer.


A minha vida


não é uma rua


sem fim


ou com um sinal proibido


daqueles que nos proíbem de ser


o que quisemos ser


e nos dizem para onde virar


quando não quisemos virar.


A minha vida é simples


estive onde quis estar


saí do que quis deixar.


Do mais dirão os outros


e não faltarão.


Do menos dirão alguns


e esses são os amigos


que ainda aqui estão


na memória e na recordação.


Que de outros amigos


de circunstância


género ou condição


não rezará o meu poema.


Fica-me este drama,


paradigma ou dilema:


ainda tenho amigos


ou os que o dizem ser


já não são?!

F. Lopes
(Ao chegar Abril …12/04/23)

 
PRAÇA PÚBLICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Caras e Caros contribuintes das minhas palavras….

 

A PRAÇA PÚBLICA SÓ É DEMOCRÁTICA

QUANDO OS DEMOCRATAS A FREQUENTAM!

 

Pois, por que razão não havemos de dizer que somos contribuintes de tudo e de mais alguma coisa, se já não existe nada que não se pague?!

(Pausa para o pensamento…)

Exactamente. Não pagamos os nossos pensamentos e os nossos sonhos… isso era o que vocês (detesto esta palavra, que nos meus tempos de escola primária me foi indicada como um insulto aos mais velhos… e é… prefiro senhores…) dirão de imediato. Mas vamos por partes.

Então, exactamente, o que é que os senhores pensam? Que não pagamos os pensamentos e os sonhos?! Que não pagamos a memórias e as ideias… e as opiniões e o resto que nos vai na “alma”?!

Continuar...
 
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CANTARES DE REIS 2015

 

começam hoje à noite!

Este ano canta-se para a Festa do S. Sebastião.

 

 

Os cantares de Reis são uma tradição antiga e de forma mais ou menos organizada sempre se cantaram em várias localidades do concelho de Alfândega da Fé, entre os dias 1 e 6 de Janeiro.

 

A própria designação “Cantares de Reis” carece de alguma explicação.

Há quem entenda que “Cantares de Reis” deve aplicar-se apenas para a noite de 6 de Janeiro, designando-se por “Janeiras” os cantos que começam em 1 de Janeiro e em alguns casos vão até ao final deste mês.

Essa questão é pouco relevante. Em Alfândega da Fé sempre se designaram por “Reis” os cantares do dia 1 ao dia 6 de Janeiro e o termo “janeiras” nunca fez parte da tradição local pois habitualmente não se canta para lá do dia de Reis. Por outro lado, é certo que os grupos ocasionais de cantares de Reis sempre existiram, sobretudo compostos por homens e em particular pela gente mais jovem. Nesses tempos mais recuados os Reis cantavam-se por umas alheiras (quando a coisa corria bem uma ou outra chouriça) e alguns “manjares” que sobravam do Natal; raramente era dado dinheiro aos cantadores, já que isso era um “produto” que não abundava muito e os Reis cantavam-se sobretudo no seio dos pobres e remediados, que ainda assim, apesar da sua condição social, tinham mais gosto e prazer nas tradições. Aliás, o que seria das tradições se não fosse o Povo, no sentido social da palavra nesses tempos?!

Hoje somos todos Povo. Mas está bom de ver que continua a haver uns que são mais Povo do que os outros…e outros que só o são quando lhes convêm!

Mas adiante, que os Reis são cantares de alegria, de amizade e de esperança com um pouco de religiosidade à mistura.

A tradicional “Noite de Reis” que de há uns anos a esta parte se realiza na Casa da Cultura  e que pode não ser no dia 6 se este não coincidir com fim de semana, é uma iniciativa bastante recente.

Esta ideia de organização de uma “Noite de Reis” em espaço fechado mas de entrada livre, data de 1989, quando a iniciativa se organizou pela primeira vez nas instalações da ARA.

 

Durante alguns anos (até a iniciativa ser assumida pela Câmara Municipal, suponho que em 2005) a “Noite de Reis” realizou-se sempre no dia 6, ou na ARA, ou nos Bombeiros Voluntários e se não estou em erro houve um ano que foi na actual Escola Básica e Secundária.

 

 

Tirando aqueles grupos espontâneos já referidos, o aparecimento de grupos mais organizados (e ensaiados) para cantar os Reis talvez tenha começado em Sambade, entre 1986 e 88; suponho que em 1988 houve também um grupo organizado dos Bombeiros Voluntários e em 1989 começou o grupo da ARA, que se manteve durante vários anos e de certa forma aguentou a tradição na Vila.

Por isso, pode dizer-se que desde 1988 (ou 89) os Reis se cantam ininterruptamente nas ruas de Alfândega da Fé.

 

 

 

Nestes anos todos (já lá vão quase três décadas) os cantares de Reis já serviram para vários peditórios, mas também houve muitos anos que se cantaram sem recolher qualquer donativo.

Este ano o desafio foi lançado pela Comissão de Festas do Mártir S. Sebastião e a adesão para constituir o grupo foi simplesmente espectacular e meritória de registo. Estou certo de que a população de Alfândega da Fé também saberá corresponder, tanto mais que todos acabamos por ganhar, pois a festa de S. Sebastião (Agosto) movimenta um grande número de pessoas da Vila e do concelho.

Deixo aqui mais algumas fotos de outros anos bem como o registo dos temas que vão ser cantados.

 

 

 

 

OS TEMAS QUE VÃO SER CANTADOS ESTE ANO

 

S. Sebastião – cantar de Reis

(Letra e música - F. Lopes)

 

Refrão

Chegaram os tocadores

e estas belas cantadeiras

abram a porta senhores

vimos cantar as janeiras

p’lo nosso Sebastião

que é santo e bem merece

que todos lhe abram a mão

e a Comissão agradece.

 

I

 

Boas Festas e Bons Reis

a todos vos desejamos

e o Bom Ano que quereis

também aqui vos deixamos.

 

(Refrão)

 

II

 

Esta ajuda agradecemos

pelo S. Sebastião

em Agosto lá estaremos

na sua festa de Verão.

 

(Refrão)

 

BOA NOITE, MEUS SENHORES

(Letra e música - F. Lopes)

 

I

Boa noite meus senhores

que estais em paz e alegria

no aconchego da lareira

nesta noite que é tão fria.

 

Vinde-nos abrir a porta

para podermos cantar

que nós somos os Reis Magos

e a todos queremos saudar.

 

(Que nós somos os Reis Magos

e a todos queremos saudar)

 

II

Dai-nos a vossa amizade

que não pedimos mais nada

partilhamos este canto

seguimos a caminhada.

 

Mas se quereis insistir

no pão chouriça e vinho

não nos faremos rogados

aceitamos com carinho.

 

(Não nos faremos rogados

aceitamos com carinho)

 

III

Que para cantar os Reis

há muito que se lhe diga

e com uma porta aberta

sai-nos melhor a cantiga.

 

E neste grupo de amigos

anda o coração do Povo

a semear nestas ruas

cantigas do Ano Novo.

 

(A semear nestas ruas

cantigas do Ano Novo)

 

NOVO CANTAR DE REIS

(Letra e Música - F. Lopes)

 

I

Nós somos a voz do povo

que os Reis gosta de louvar,

trazemos o Ano Novo

e muita força p´ra cantar.

 

(Trazemos o Ano Novo

e muita força pr´a cantar)

 

II

Andamos p’la noite escura

caia neve, ou faça frio,

sem medo nem amargura

cantamos ao desafio.

 

(Sem medo nem amargura

cantamos ao desafio)

 

            Refrão

Por isso vimos senhores

cantar com muita alegria

p’las ruas da nossa terra

o sonho de um novo dia.

E se “vossências” não gostam

que a amizade cantemos

façam favor de cantar

que nós também ouviremos.

 

III

Não tememos o olhar

que à janela se escondeu,

nós só queremos cantar

ao Menino que já nasceu.

(Nós só queremos cantar

ao Menino que já nasceu)

 

IV

Nós nem levamos a mal

que a porta venham fechar,

porque depois do Natal

o Ano Novo há-de chegar.

(Porque depois do Natal

o Ano Novo há-de chegar)

 

(Refrão)

 

CANTIGA DE REIS

(Letra e música - Popular)

 

‘Inda agora aqui cheguei

já pus o pé na escada

logo o meu coração disse

aqui mora gente honrada.

 

(Logo o meu coração disse

Aqui mora gente honrada)

 

Boas festas Boas Festas

aqui haja neste dia

que nos manda o Rei da Glória

Filho da Virgem Maria.

 

(Que nos manda o Rei da Glória

Filho da Virgem Maria)

 

Ó de casa nobre gente

que nos ‘estais a ouvir cantar

vinde-nos abrir a porta

para podermos entrar.

 

(Vinde-nos abrir a porta

para podermos entrar)

 

Quem diremos nós que viva

pois não q’remos ficar mal

viva a gente deste bairro

vivam todos em geral.

 

(Viva a gente deste bairro

vivam todos em geral)

 

Quem diremos nós que viva

salsa crua no quintal

vivam os donos destas casas

suas famílias em geral.

 

(Vivam os donos destas casas

suas famílias em geral)

 

Vivam também os seus filhos

toda a gente lhes quer bem

se os passarinhos falassem

adoravam-nos também.

 

(Se os passarinhos falassem

Adoravam-nos também

 

Levantem-se meus senhores

desses seus talhos dourados

venham-nos a dar os Reis

já os temos bem ganhados.

(Venham-nos a dar os Reis

já os temos bem ganhados)

 

Quem diremos nós que viva

por cima dos olivais

vivam os jovens desta rua

são o sonho dos seus pais.

 

(Vivam os jovens desta rua

são o sonho dos seus pais)

 

Quem vos vem cantar os Reis

de sorte que as ruas ´stão

certo é que vos quer bem

da raiz do coração.

 

(Certo é que vos quer bem

da raiz do coração)

 

Se nos querem dar os Reis

não se estejam a demorar

nós somos de longes terras

temos muito para andar.

 

(Nós somos de longes terras

temos muito para andar)

 

Nota: Este Cantar de Reis é um dos mais tradicionais e tem inúmeras variações de texto. O que se apresenta é apenas uma selecção das quadras que vão ser cantadas. Os dois últimos versos de cada quadra (entre parêntesis) repetem-se, mas também existe uma versão em que se repetem os dois primeiros versos de cada quadra e depois o mesmo com os dois últimos. 

 

Senhores meus

(Letra e música - Popular)

 

I

Senhores meus que’stais juntos à lareira

nós vimos p’la formosa noite fria

com muito gosto as Boas Festas dar

as Boas Festas tão cheias de alegria.

(As Boas Festas tão cheias de alegria)

 

Refrão

 

Venham depressa que entremos

já nos cheira a salpicão

venha a caneca p’ró lume

é que traz a animação.

(Venha a caneca p’ró lume

é que traz a animação)

 

II

Nós vimos p’la formosa noite escura

pois está frio nem sequer faz luar

nós desejamos que tenham Boas Festas

Paz, muita Paz, alegria em todo o lar.

(Paz, muita Paz, alegria em todo o lar)

 

(Refrão)

 

III

Dai-nos do trigo, nozes e marmelada

dai-nos bom vinho, abri esses tonéis

dai-nos do porco, chouriça bem assada

é o que quer quem vos vem cantar os Reis.

(É o que quer quem vos vem cantar os Reis.)

 

(Refrão)

 

Vimos de noite

(Letra e música - Popular)

 

Refrão

 

Vimos de noite

vimos de dia

trazemos versos

paz e alegria.

I

Vimos dar as Boas Festas

a todos vimos cantar

vimos trazer harmonia

e alegria a este lar.

 

(Refrão)

 

II

Ano Novo, Novo Ano

Ano Novo melhor ano

vimos dar as Boas Festas

para voltar cá p’ró ano.

 

(Refrão)

 

BARCA BRASILEIRA

(Letra e música - Popular)

 

Olha a barca Brasileira

à praia vai a chegar

e lá vem o Ano Novo

os Reis viemos cantar.

 

(E lá vem o Ano Novo

os Reis viemos cantar)

 

Os Reis nós vîmos cantar

ao coração de Maria

os anjos também os cantam

toda a noite e todo o dia.

 

(Os anjos também os cantam

toda a noite e todo o dia)

 

Nota: Repete toda a letra as vezes que seja necessário.

Os grupos constituídos por muitas pessoas utilizam este cantar para “andar caminho”, ou seja, cantando nas ruas, entre as paragens que se fazem à porta das pessoas.

Existem outras versões da “Barca Brasileira”, com mais quadras e até com algumas diferenças na melodia.

 

Contradança

(Letra e música - Popular)

 

I

Vinde todos ó pastores

vinde todos a correr

adorar o Deus Menino

acabado de nascer

 

(Adorar o Deus Menino

acabado de nascer)

 

II

Ó meu louvado Menino

que tão pobre vos achais

deitado em duas palhas

e entre dois animais.

 

(Deitado em duas palhas

e entre dois animais)

 

(Repete tudo)

 

 

F. Lopes

1 de Janeiro de 2015

 
Os professores não são farrapos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

OS PROFESSORES

 

NÃO SÃO FARRAPOS

 

 

Há momentos na vida em que o silêncio e a discrição são a melhor arma que temos para defender a nossa posição perante as coisas e os acontecimentos.

Mas também há momentos em que o grito de revolta e a insubmissão são o único caminho que nos resta para seguir em frente com dignidade e honestidade.

 

Os professores fazem a maior parte da sua vida no primeiro momento. Escolhem o silêncio recatado para compreender a insubmissão daqueles que têm de ensinar a aprender a vida e o saber e compreendem a juventude na sua irreverência moderada e muitas vezes ousada e de revolta. Com descrição, tantas vezes em segredo, tecem com palavras e actos modestos, mas determinados, os caminhos de futuro para os que têm tudo pela frente e muitas vezes, na irreflexão momentânea, tudo querem deitar a perder. Foi sempre assim, no meu tempo de estudante, como nos tempos de hoje.

 

Os professores habituaram-se a se mestres, pais, tios e avós e muitas vezes são o último reduto dos jovens que não encontram guarida nem em casa, nem na sociedade. E cumprem essa missão por amor, sem pedir nada em troca. Com o passar do tempo sempre lhe chega a gratidão daqueles alunos que no andar dos anos e das experiências de vida compreenderam finalmente que, afinal, para lá do semblante mais ou menos sisudo, da expressividade aberta e do convívio franco e genuíno de alguém que tem sempre como missão apontar caminhos de verdade e de sucesso, se escondeu uma ou um verdadeiro amigo. E recordam os professores com gratidão. E esse é o mais rico pagamento que um professor tem da sua profissão.

 

Eu senti assim, como aluno, a maior parte dos professores que tive e recordo, num tempo em que poucos tiveram essa oportunidade. E sinto hoje, com bem mais de três décadas de ser professor, que já deixei em muitos jovens esta marca. Sinto isso cada vez que um deles, depois de muitos anos, revela prazer em me cumprimentar. E tenho enorme orgulho no seu sucesso.

 

Mas os professores são seres humanos. Não são infalíveis, nem perfeitos. Mas também não são farrapos que se possam usar conforme as conveniências dos políticos, ou dos interesses camuflados dos senhores das finanças.

 

Já repeti muitas vezes esta frase que não é minha e já vem de finais dos anos oitenta do século passado: “Se a Educação é cara, experimentem a ignorância”. Temos tido muitos aprendizes de educação a experimentar a ignorância, como ministros ou mandantes destes. Também já tivemos governos quase inteiros de ignorância, mas acho que nenhum, como este, se atreveu a fazer dos professores uma classe de ignorantes! Nenhum, como o actual Governo, se atreveu a enganar pais, alunos, funcionários e professores e a fazer da escola pública o parente pobre das políticas de desenvolvimento sustentado; fazer da escola pública um lugar de pobres e enjeitados, para criar mão-de-obra barata para os grandes poderes económicos continuarem a encher os bolsos de euros.

 

Não era esta escola pública, sem recursos humanos, nem meios materiais, que defendemos com o nascer da nossa Democracia. Não eram estes professores, sobrecarregados de trabalho, de compromissos, de reuniões, de burocracias e sem tempo para os alunos e para os seus pais, que pretendíamos quando se defendeu o direito ao acesso e ao sucesso dos alunos.

 

Não eram estes professores sem futuro, sem emprego, quando há tanto para fazer na educação e no ensino e sem saberem em cada ano o que os espera no ano seguinte, que defendemos para a estabilidade das escolas, para a paz e sossego que são tão importantes como o saber e a aprendizagem.

 

Pelo caminho foi morrendo Abril. O da Educação e talvez do próprio País. Mas ainda não morreu esse Abril que existe dentro de cada um de nós, nem a força para lutar pelo futuro do próprio País.

“Amanhã falaremos”!Ou talvez falemos apenas no dia seguinte…

 

Francisco José Lopes

(16 de Junho de 2013)

 
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Dicionário Jurídico

 

Português-Francês

 

já tem 2ª edição!

 

 

 

 

Autor:

 

ÓSCAR MANUEL AIRES LOPES

 

 

 

 

A 2ª edição de um livro, sobretudo quando se trata de um tema específico, como é o caso, e efectuada pela editora mais conceituada do nosso país em matéria de publicações jurídicas, significa claramente que a obra em questão mereceu bom acolhimento e se tornou uma ferramenta útil para todos os que lidam com o assunto.

 

Para qualquer autor, ver um livro arrancar para uma segunda edição é sempre motivo de satisfação e, tratando-se de uma área tão sensível, não pode deixar de gerar o grato sentimento de ver o seu trabalho reconhecido mas, sobretudo, de constituir forte estímulo para outros trabalhos.

Em dezembro de 2009 (como o tempo voa…) tive o prazer de participar na divulgação da 1ª edição deste trabalho do nosso conterrâneo e amigo de longa data, Óscar Lopes, que há uns bons anos anda por terras de França, mais concretamente em Strasbourg, onde exerce a sua profissão como técnico de tradução na Missão de Portugal junto do Conselho da Europa.

Na ocasião preocupei-me em explicar um pouco às pessoas quem era Óscar Lopes. Hoje penso que já não é necessário e toda a gente pode, se necessitar, consultar esse texto que, diga-se, verifiquei hoje, já teve mais de três mil visitas. Ver em http://resistente.3e.com.pt/joomla/index.php?option=com_content&view=article&id=98:oscar-lopes&catid=23:textos-publicados-no-site.

Como dizia, não é necessário apresentar este amigo de muitos de nós, alfandeguenses (e não só) e seguramente pelo menos conhecido de muitos mais; ainda assim, coloco a sua foto de então… já leva mais uns anitos, como todos nós…

Também me parece que não acrescentará muito repetir o que já foi dito, por mim, mas sobretudo por algumas das pessoas que acompanharam a elaboração desta sua obra e depois a apresentação em Strasbourg, em grande, com a presença do Embaixador Português em França, na época Francisco Seixas Costa (actualmente é José Filipe Moraes Cabral) do Cônsul-Geral de Portugal naquela cidade, então Miguel Pires (se a minha informação está correcta actualmente Artur Jorge Duarte Simões) e de quem prefaciou, Ireneu Cabral Barreto, ao tempo Juiz do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (actualmente Representante da República na Região Autónoma da Madeira).

Na verdade e isso continua a ser importante sublinhar, trata-se de uma obra jurídica inédita, importante para todos os que necessitam de confrontar as normas de Portugal e França e, nos tempos que correm, de nova vaga de emigração portuguesa, agora mais qualificada, informada e zelosa dos seus direitos como cidadãos da União Europeia, o trabalho de Óscar Lopes pode ser de grande utilidade para os que continuem a encontrar França no seu destino. 

Assim sendo, vou fazer uso do texto de divulgação da Editora Almedina, que tem os dados essenciais e por isso reproduzo na íntegra e ainda uma foto (que espero permita a leitura) da notícia que saiu no Luso Jornal (edição francesa) nº 213, de 28 de Janeiro de 2015 (pode ser consultado directamente em http://www.lusojornal.com/archives/unefr_II_203.pdf

Quanto ao meu caro amigo, para além dos parabéns por esta 2ª edição (actualizada e reforçada com mais 1.100 entradas, convém registar, o que engrossou a edição para as 524 páginas, contra as 485 da 1ª) e o desejo de que também ela se esgote, deixo a minha espera pelo outro trabalho já prometido, que é esta obra na versão francês-português, assunto que, também sei, já o ocupa há muito tempo. Até lá!

(Nota: Este texto não foi escrito com base no Acordo Ortográfico)

 

________////________

 

TEXTO PROMOCIONAL DAS EDIÇÕES ALMEDINA

 

 

 

Autor: Óscar Manuel Aires Lopes

 

Coleção: Dicionários Jurídicos

 

Tema: Direito Civil

 

ISBN: 9789724058443

 

N.º págs.: 524

 

Dimensões: 16x23

 

Encadernação: Brochada

 

 

"Ao fim de cinco anos, e como expectável, comprovou-se o préstimo de um projeto que correspondia a uma efetiva lacuna editorial num domínio específico e congregador de um diversificado universo de utilizadores.

O bom acolhimento que teve, esgotada que foi a primeira edição, justifica plenamente uma reedição que o autor cuidou de rever e de ampliar com mais de mil novas entradas.Agora significativamente atualizado, este dicionário jurídico tem merecido uma particular e reconhecida atenção por parte de quantos, por motivos vários, têm necessidade de recorrer profissionalmente a um instrumento fiável na tradução de matérias do domínio não apenas jurídico, mas também político, económico e financeiro.

Exaustiva em entradas, enquadramentos e exemplos (sem descurar um vasto acervo latino), esta obra assume-se hoje no panorama editorial da especialidade como uma das mais recomendadas, sobretudo quando à copiosa terminologia das ordens jurídicas (no presente caso portuguesa e francesa) se associa o mister de corresponder com o maior rigor possível à requerida comunicação irrepreensível das instituições.

Entretanto, e tratando-se de um dicionário que articula duas línguas, o projeto ficaria incompleto se depois da versão Português-Francês não fosse ponderada a versão Francês-Português. É esse o propósito que, já de forma adiantada, o autor prevê cumprir a curto prazo, assim se conjuguem todos os esforços."

________////________

 

NOTÍCIA NO LUSO JORNAL

 

F. Lopes

14/02/08

 
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