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FIM DE FÉRIAS NO SITE Pois é, o Site também tem direito a férias (não o autor, entenda-se, que não goza férias desde 2008 e tem uma semanita prevista lá para o final deste mês, se o trabalho não falar mais alto… e tem mesmo de falar muito alto!) mais que não seja para repensar estratégias de publicação, pontos de vista, percursos para o futuro. Mas “Resistir no Nordeste” continua vivo: para levar notícias aos que estão longe ou mais perto, para produzir opinião, que é sempre um acto que merece ponderação e, se for necessário, para o que der e vier, nem que “chovam picaretas”. O último texto fechou a trilogia do Dr. Manuel Vicente Faria e foi publicado em finais de Maio. Tenho preparados outros textos interessantes e, eventualmente, importantes, sobre o nosso concelho e este espaço vai também passar a ser um meio de divulgação do esforço de algumas freguesias que estão a apostar na sua própria divulgação. Para já, que eu tenha conhecimento, de Soeima (www.soeima.pt.vu) e Gouveia (colocarei o endereço logo que seja possível). Curiosamente, a primeira a norte, na Serra de Bornes e a segunda a sul, na Serra da Gouveia, designação que já se conhece pelo menos desde a carta de Foral de D. Dinis, em 1294. Como se vê, o site não publicou, mas não parou de vasculhar o que se passa por aí. E já se passaram algumas coisas interessantes, outras menos, mas não suficientemente desastrosas para perder tempo com elas, embora suficientemente preocupantes para nos colocarem de sobreaviso. Para já, no imediato, vem aí o programa “Verão Total”, no próximo dia 17 de Agosto. Também vou dar o meu contributo, no que respeita à história do concelho, em particular as “lendas” dos “Cavaleiros das Esporas Douradas” e “Frei João Hortelão”. Mas isso será apenas um episódio promocional da nossa terra. A seguir virão questões mais profundas e perguntas mais pertinentes: o que é que o nosso concelho já está a fazer para tirar partido da Barragem do Baixo Sabor? Como é que o concelho deve reagir à possibilidade de o IC5 poder ser apenas uma forma de partida e não de chegada, como todos queremos? Como é que um concelho sobrevive em termos de desenvolvimento sem investimentos produtivos, geradores de mais-valias financeiras? Deixo algumas “dicas”. As reflexões e os textos virão nos próximos tempos.
F. Lopes, 15 de Agosto de 2010 |